Comboio de barcaças navegando em rio amazônico ao entardecer

Sustentabilidade

Manifesto

A AMPORT reitera seu compromisso inabalável com a sustentabilidade na região amazônica e na sociedade em geral, sendo este o pilar central que orienta suas ações presentes e futuras. Como referência em logística portuária e transporte na Bacia Amazônica, promove práticas sustentáveis que visam ao bem-estar regional, ao mesmo tempo em que busca fortalecer a comunidade local e contribuir para o desenvolvimento regional e nacional. Comprometida com a sustentabilidade em toda a cadeia logística, a AMPORT busca soluções para os desafios históricos ao lado de suas associadas e a sociedade, adotando valores de responsabilidade social e desenvolvimento duradouro. A sustentabilidade é o critério fundamental que orienta suas ações, garantindo um futuro mais promissor para as gerações futuras.

Infográfico: 1 comboio de 18.000 ton equivale a 258 vagões de 70 ton ou 515 carretas de 35 ton. Consumo: 90 l/km (hidroviário), 180 l/km (ferroviário), 1.728 l/km (rodoviário). Fonte: DNIT.
Eficiência do Transporte Hidroviário — Fonte: DNIT.
Infográfico comparativo entre modais de transporte no Brasil (Hidroviário, Ferroviário e Rodoviário): custo de implantação, custo de operação, custo social, consumo de combustível, emissão de poluentes, vida útil da infraestrutura e custo de manutenção. Fonte: Ministério dos Transportes e Antaq (2015) — CNA.
Comparativo entre modais de Transporte no Brasil — Fonte: Ministério dos Transportes e Antaq (2015) — CNA.
Terminal portuário de grãos no rio Tapajós

Ordenamento Aquaviário e Sinalização Náutica Rio Tapajós:

Miritituba/Itaituba a Santarenzinho/Rurópolis - PA

Com foco na segurança da navegação e atendimento da legislação marítima brasileira, a AMPORT desenvolveu os projetos de parqueamento de bóias e sinalização náutica do Rio Tapajós, no trecho entre Fordlândia e Itaituba, no estado do Pará, que possibilitaram o ordenamento do tráfego de uma região em crescente expansão de empreendimentos portuários. Nesse cenário de crescimento, os projetos consideraram as empresas que operam naquele trecho do Rio Tapajós e zonas para futuros empreendimentos, e foram submetidas à homologação da Autoridade Marítima.

Comboios de barcaças navegando em estreitos amazônicos

Monitoramento da navegação nos Estreitos:

O Sistema de Monitoramento de Embarcações foi uma solução proposta pela AMPORT para ampliar a segurança das embarcações que navegam pelos Estreitos. Com o Sistema, a Marinha poderá monitorar as embarcações que emitem o sinal AIS (Automatic Identification System) e que trafegam pela região conhecida como Estreitos, cujo trecho com menor largura é de 450 metros, possibilitando a navegação segura de pequenas embarcações e de comboios cada vez maiores pelo Arco Norte.

Comboio navegando no entorno da ilha de Marajó

SISMO® Marajó e Deep Blue:

O Sistema de Informações Meteo-Oceanográficas em Tempo Real (SISMO® Marajó) foi desenvolvido a partir de dados obtidos em 4 estações de monitoramento do nível do mar, ventos, correntes e ondas, instaladas nos Terminais de Uso Privado (TUPs) da Hidrovias do Brasil, Navegação Unidas Tapajós (Unitapajós) e Terminal de Grãos Ponta da Montanha (TGPM), no município de Barcarena/PA. Tais informações permitem que as empresas maximizem a eficiência de suas operações e minimizem os riscos no que diz respeito à segurança da navegação e das equipes envolvidas.

Aliado a isso, e utilizando os dados do SISMO® Marajó, o sistema de previsão meteo-oceanográfica (SISMO® DeepBlue) gera, por meio do uso de ferramentas de Inteligência Artificial, previsões de marés, correntes, ondas, ventos e chuvas para até 3 dias futuros. Tal previsão permite maior planejamento e aumenta a segurança das operações nos terminais.

Embarcação de monitoramento no Canal do Quiriri

SISMO® Quiriri:

O projeto desenvolvido pela AMPORT desde 2016 realiza o monitoramento Meteo-Oceanográfico em Tempo-Real do Canal do Quiriri (PA), através de 3 estações instaladas na Ilha dos Guará, Soure e Mosqueiro. A iniciativa permitiu o aumento gradativo do calado de 11,50 para 13,90 metros na localidade, mesmo considerando uma Folga Abaixo da Quilha (FAQ) de 1,50m.

As estações registram de forma ininterrupta o nível do mar, direção e intensidade do vento, temperatura do ar, umidade relativa, pressão atmosférica, precipitação e radiação solar. Essas informações ficam registradas em um banco de dados e permitem a identificação das condições ideais de navegabilidade em trechos críticos, garantindo a segurança de embarcações de pequeno porte e dos grandes navios que percorrem aquela região com destino aos mercados internacionais.

A ação teve o investimento de cerca de R$6 milhões e foi realizada através das empresas Hidrovias do Brasil S/A, Hydro Alunorte, Terminais de Grãos Ponta da Montanha (TGPM) e Navegação Unidas Tapajós (Unitapajós).

Cases

Operação BertoliniBertolini

Bertolini

Fábrica de açaí: balsa-indústria que percorre os rios Solimões, Japurá, Juruá, Purus e Madeira para colher e processar o fruto fresco do açaí, eliminando atravessadores. Utilizando energia solar, a indústria flutuante é movida à queima do caroço do fruto e abastece os mercados nacional e internacional, atuando na compra direta de povos ribeirinhos, beneficiando comunidades e sustentabilidade.

Dirigível: protótipo ADB-3-X01, de 49 metros, é um projeto pioneiro de aeronave cargueira e tripulada, com foco em logística na região amazônica. A proposta é usar esse meio de transporte para levar cargas entre diferentes estados brasileiros e também ao interior da região amazônica, superando desafios logísticos e funcionando também para vigilância e monitoramento de redes.

Operação HidroviasHidrovias

Hidrovias

Hidrovias do Brasil opera o Corredor Norte com frota moderna de empurradores e barcaças de baixo consumo. A companhia mantém programas de reflorestamento, gestão integrada de resíduos e iniciativas sociais nos territórios onde atua, reforçando a navegação interior como vetor de desenvolvimento sustentável.

Operação CargillCargill

Cargill

O terminal portuário de Santarém é referência em rastreabilidade de grãos e compromissos contra o desmatamento na Amazônia. A operação integra moratória da soja, monitoramento por satélite e auditorias independentes, garantindo origem responsável da carga embarcada.

Glossário

Conheça os termos técnicos relacionados às atividades portuárias e à navegação.

ARCO NORTE
engloba o conjunto de instalações portuárias localizadas acima do paralelo 16º S, incluindo as regiões Norte e Nordeste, especificamente os complexos portuários de Itacoatiara (AM), Santarém (PA), Vila do Conde (PA), Itaqui (MA), Salvador (BA) e Ilhéus (BA). A região é considerada a principal saída para desafogar a logística de exportação de soja e milho produzidos na região Centro-Oeste.Fonte: Governo Federal
ARCO AMAZÔNICO
contempla o conjunto de infraestruturas portuárias localizadas da região Norte e no estado do Maranhão, especificamente os complexos portuários de Porto Velho (RO), Manaus/Itacoatiara (AM), Santarém (PA), Itaituba/Miritituba (PA), Belém/Vila do Conde (PA), Santana (AP) e Itaqui (MA).Fonte: ANTAQ
TERMINAIS DE USO PRIVADO — TUP
instalação portuária explorada mediante autorização e localizada fora da área do porto organizado.
ESTAÇÕES DE TRANSBORDO DE CARGAS — ETC
instalação portuária explorada mediante autorização, localizada fora da área do porto organizado e utilizada exclusivamente para operação de transbordo de mercadorias em embarcações de navegação interior ou cabotagem.
BACIA AMAZÔNICA
área navegável localizada na região Norte do Brasil, delimitada pelos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.
ARRENDATÁRIOS
Entidade de direito público ou privado, que tenha celebrado, nos termos do art. 4º, inciso I, da Lei nº 8.630, de 1993, contrato de arrendamento de áreas e instalações portuárias localizadas dentro dos limites da área do porto organizado, para utilização na prestação de serviços portuários.Fonte Básica: Resolução 858/2008 — Fiscalização Portuária
PORTO ORGANIZADO
bem público construído e aparelhado para atender a necessidades de navegação, de movimentação de passageiros ou de movimentação e armazenagem de mercadorias, e cujo tráfego e operações portuárias estejam sob jurisdição de autoridade portuária.
INSTALAÇÃO PORTUÁRIA
instalação localizada dentro ou fora da área do porto organizado e utilizada em movimentação de passageiros, em movimentação ou armazenagem de mercadorias, destinadas ou provenientes de transporte aquaviário.
ÁREA DO PORTO ORGANIZADO
área delimitada por ato do Poder Executivo que compreende as instalações portuárias e a infraestrutura de proteção e de acesso ao porto organizado.

Fonte: Lei nº 12.815, de 5 de junho de 2013.